sábado, 11 de dezembro de 2010

Ontem recebi uma frase do meu irmão e aproveitei para refletir alguns pontos – assim gostaria de compartilhar a vocês.

“Para encher uma taça de vinho nobre é preciso esvaziá-la do pobre”

O mundo foi criado por Deus (de acordo com minha fé), e quando foi criado foi nos oferecido o que chamamos de vinho nobre. Fomos agraciados pelo amor que é a forma mais preciosa de entrega a nossa vida, recebemos (e de graça), tantas coisas que serviriam para preencher nossa vida, assim como a natureza, a água, a felicidade, as pessoas, e tudo aquilo que faz parte de nossa vida (como consta no livro de Gênesis).

Com o passar dos dias, dos anos, fomos depreciando as coisas, destruindo a confiança que foi depositada em nós e distanciando o vínculo de amor entre as criaturas (humanos). Com tudo isso, fomos adquirindo o que chamamos de vinho velho, ou vinho pobre. É por livre decisão, espontânea liberdade que esta taça pobre vai completando nossa vida, através das mentiras, do egoísmo, do egocentrismo deliberado, com a falta de amor próprio e tantos outros adjetivos. O mundo nos oferece de tudo, somos agraciados com algumas coisas e amaldiçoados em outras, porém possuímos o que chamo de ferramentas para lutar contra as alusões, somos contemplados com energias existente dentro de nós mesmos, cujas qualidades e determinações fazem parte do ser (indivíduo). Algumas pessoas ainda não se descobriram, não perceberam que quando fomos criados, também recebemos a inteligência e a força do coração para identificarmos o que pode ser bom e o que pode nos prejudicar de diversas formas. Sendo assim, nosso coração, que é a maior força (ligada a Deus), nos indica o melhor caminho e faz-se a perceber os tesouros que existem dentro de nós, as qualidades irreparáveis que podemos colocar em prática para modificar a história do mundo, e este mundo não digo relacionado a população mundial, mas o mundo que está a sua volta, o mundo repleto de pessoas, família, amigos, colegas de trabalho, este mundo pertence a você, e está em suas mãos a oportunidade de ser um vinho nobre, esvaziado do velho, do sujo.

Desejo a todos, que consigam se descobrir, que o novo, que a verdade e o amor verdadeiro sejam revelados individualmente, para que assim possamos viver a coletividade, e transformar o mundo eu vivemos e acima de tudo, encontramos a felicidade que transforma nosso interior e nos motiva a enfrentar obstáculos e diversidades.

domingo, 18 de julho de 2010

Nem imaginava

Deixa O Tempo
Fresno

Composição: Lucas Silveira, Rodrigo Tavares.

Eu não volto mais pra casa
Não há ninguém a me esperar
Eu não vou ver o sol nascer
Pois tranquei minhas janelas
Pra não deixar a luz entrar

Eu canto as notas mais erradas
De refrões que eu nem sei tocar
Tentei chegar até você
Mas você não ouviu nada
Chegou a hora de acordar

Então deixa que o tempo vai cicatrizar
Ele te trouxe até aqui
Mas pode te fazer mudar
Então deixa que o tempo vai gravar a tua voz em mim,
Para que eu possa te ouvir
Toda vez que eu precisar

Queria tanto estar em casa
(O teu silêncio não traz paz)
Vendo mentiras na televisão
(Ele só me aproxima mais)
Esperando alguém ligar
(Deixei meu rádio em qualquer estação)

Então deixa que o tempo vai cicatrizar
Ele te trouxe até aqui
Mas pode te fazer mudar
Então deixa que o tempo vai gravar a tua voz em mim,
Para que eu possa te ouvir
Toda vez que eu precisar

Deixa que o tempo vai . . .
Deixa que o tempo faz . . .

Então deixa que o tempo vai cicatrizar
Ele te trouxe até aqui
Mas pode te fazer mudar
(E você já mudou)

Deixa que o tempo vai
(Queria tanto estar em casa)
gravar a tua voz em mim,
Para que eu possa te ouvir
(Vendo mentiras na televisão)
Toda vez que eu precisar

terça-feira, 18 de maio de 2010

Ser oculto

Eu poderia culpar sem dor alguma aquilo que o mundo me deu, deixar para trás as decepções, os moldes inevitáveis que muitos quiseram fazer de mim. Não eram simples e nem tão fáceis assim de se entender, o comportamento desumano e a capacidade de causar feridas não era pouco, eu vi um monte destes. Quando olho para este vicioso círculo de impiedades corruptíveis tento enxergar o outro lado deste que não sabe, além de maltratar a si mesmo, ser um pedaço de benignidade. Mas ao invés de eu, ser que clama e espera piedosamente, aguardar por uma revolução calorosa, tento cobrir com flores o mundo a minha volta e daqueles que em concomitância aos ideais benéficos sabem participar.